E daí…?

Ontem eu li em um comentário na página do Rafael Mambretti Ferreira Pinto (um dos criadores da Carbono Zero Courier) no Facebook que “Entrepreneurship is about solving a problem, not starting a company.” ou seja, empreender seria (necessariamente) sobre resolver problemas e não (necessariamente) começar uma empresa.

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Espaços de co-working e de relacionamento-colaborativos

Em São Paulo estão ocorrendo dois tipos movimentos/espaços que contemplam um modo de ver o mundo, que engloba o pessoal e o profissional.

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Um evento sobre “NEGÓCIOS EM TRANSIÇÃO”

Link para o evento: https://www.facebook.com/events/1531065060468202/

 

Gostaríamos de chamar pessoas para uma conversa que teremos sobre empreendedorismo social (servidor), redes e sustentabilidade financeira no dia 07 de novembro no Laboriosa 89, com os “puxadores de conversa” Maria Thereza do Amaral, Carla Ferro, Oswaldo Oliveira, Leandro Pinheiro e outros.

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Mercenário ou missionário?

Hoje pela manhã li um artigo de Marcelo Nakagawa que me fez pensar em vários artigos, temas, posts, posturas, definições… em suma um daqueles artigos que fazer sua cabeça girar.

Recomendo a leitura do artigo.

O artigo: “Por que o fundador da Victoria’s Secret se suicidou? (Sobre mercenários e missionários)” tem um tabela com o título “você é um empreendedor mais mercenário ou missionário?”. [1]

A tabela:

empreendedor 2014-04-11 16.45.36

E a questão “você é um empreendedor mais mercenário ou missionário?” me trouxe a questão do empreendedor servidor:  no empreendedorismo social, primeiramente visa-se a coletividade, o social; no empreendedorismo servidor, visa-se primeiro a pessoa-empreendedor, para que depois esta mesma pessoa-empreendedor, que passou por um profundo processo de auto-percepção (‘auto-conhecimento’), possa atingir o coletivo. Ou, como nos fala a Rita Monte, “…processos de aprender sobre o que nos cabe ser e fazer, e servir o mundo a partir disso de uma maneira amorosa e eficiente.”

E me veio a questão do “ser um empreendedor ou ser um sonhador“, e nesta questão, separar os dois me parece a visão de um “mercenário”, e juntar os dois me parece a visão de “missionário”.

E também me veio a questão da definição do empreendedorismo social, que abrange uma [enorme] gama de definições, posicionamentos e profissionais [pessoas] com tipos de pressupostos que são diferentes entre si.

O artigo de Rafael Mambretti no blog do empreendedor do Estadão PME, “A teoria de A para B pode ser o segredo do negócio de sucesso“, explicita bem a postura de alguém que, mais que um empreendedor social, é um empreendedor servidor.

Mas termino dizendo que o “fator 0” deste artigo não foi o artigo que citei em seu começo ( e destaquei a tabela), aquele foi o “fator 1”, juntamente com o  post do Rafael Mambretti.

O “fator 0” foi o artigo “Campanha estimula doar moedas para completar passagem alheia“, pois me lembrou quase instantaneamente do empreendedorismo servidor.

O mundo está mudando “para quem tem olhos para ver”. É quase “Uma roupa nova para o imperador” ao contrário.

Bom.

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[1] Aqui o video do autor do gráfico, John Doerr, do ECorner da Stanford, em inglês . E aqui 1 , aqui 2, aqui 3 e aqui 4.
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